

"...Os momentos bons
e as horas más
Que a memória coa..."
Em 34 anos de carreira, Chico Buarque compôs centenas de canções, aqui apresentadas por título, data, compostas em parcerias, versões e adaptações, compostas para teatro, cinema e aquelas que só aparecem em discos de outros intérpretes. Suas músicas foram gravadas em cerca de 40 álbuns, organizados por data, projetos, discos solo, gravações ao vivo, coletâneas e discos de outros intérpretes dedicados a ele. A obra completa do artista é uma das maiores riquezas que a cultura.
Em 1965, a pedido de Roberto Freire, diretor do TUCA, Teatro da Universidade Católica de São Paulo, Chico musicou o poema Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, para a montagem da peça. Desde então, sua presença no teatro brasileiro tem sido constante. Aqui, você pode conhecer as quatro peças que escreveu além das diversas canções que compôs para teatro.
Em 1966 fez seu primeiro trabalho para cinema compondo as canções para o filme Anjo assassino de Dionisio Azevedo.
Em 1980 chegou às telas o documentário Certas palavras, de Mauricio Beiru, sobre sua vida.
Escreveu os roteiros de Os saltimbancos trapalhões, de J. B. Tanko (1981) e Ópera do malandro, de Ruy Guerra (1986).
Como ator, participou de Garota de Ipanema, de Leon Hirzman (1967); Quando o carnaval chegar/, de Cacá Diegues (1972) - para o qual compôs diversas canções além de organizar as peladas nos intervalos da filmagem; Vai trabalhar vagabundo II – A volta, de Hugo Carvana (1991); Ed Mort, de Alain Fresnot (1996); O mandarim, de Júlio Bressane (1995); Água e sal, de Teresa Villaverde (2001).
Compôs dezenas de canções para filmes e participou de diversos documentários:
O povo brasileiro, de Isa Grinspum Ferraz (2000);
Raízes do Brasil, uma cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda, de Nelson Pereira dos Santos (2003);
Vinicius de Moraes, de Miguel Faria Jr. (2005);
Fados, de Carlos Saura (2005);
Maria Bethânia: Música é perfume, de Georges Gachot (2005
O Sol - Caminhando contra o vento, de Tetê Moraes, Martha Alencar (2006);
Oscar Niemeyer - A vida é um Sopro, de Fabiano Maciel (2007);
Palavra encantada, de Helena Solberg (2009)
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